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desastre

  • Abrolhos Sky Watch do LARAMG/UerjEstima-se que a "onda de lama" criada pelo desastre ambiental de responsabilidade da empresa Samarco, chegue à costa do Espírito Santo ainda hoje 20 de Novembro de 2015 e para agravar ainda mais a situação, a possibilidade que essa matéria carregada de minérios, apesar da distância, atinja o Banco de Abrolhos, a maior reserva de corais do Atlântico Sul, já começa a ser cogitada.

    Não se sabe ao certo os efeitos que dessas concentrações de minérios podem ter sobre a vida marinha, porém estudos indicam uma relação com a ocorrência de tumores em tartarugas marinhas, além da prejudicar sensivelmente o desenvolvimentos dos corais. Danos causados em recifes de corais, significam danos consideráveis à toda vida marinha que habita a região, já que os recifes de corais são o habitat de milhares de peixes e seres de menor porte, que por sua vez servem de alimento para animais marinhos maiores.

    Para entender um pouco dos problemas causados, além do acúmulo de metais em concetrações acima das encontradas e saudáveis para os animais marinhos, a matéria orgânica transportada poderia causar o desenvolvimento excessivo de algas, o que teria consequências sérias para os corais e toda a vida mariha da região.

    Fonte: Projeto Coral Vivo.

  • Cavalos marinhos mortos na Baía de GuanabaraA presença de cavalos marinhos na Baía de Guanabara (RJ) por si só já é um fato bastante curioso. Cavalos marinhos são animais que só costumam viver em águas extremamente limpas pois são bastante sensíveis à poluição. Entretanto, na manhã dessa quinta-feira (09/06), um número expressivos desses animais foi encontrado morto boiando nas águas da baía, que tem a fama de ser um lugar bastante sujo.

    Dois fatos são bastante controversos nesse acontecimento. Um deles, é o não conhecimento sobre populações de cavalos marinhos nessa região pois, conforme já mencionado, ela não reúne as características necessárias para a manutenção da espécie. Segundo é que cavalos marinhos não costumam viver em grupos tão grandes para que tantos corpos do animal fossem encontrados boiando juntos.

    O Instituto Estadual do Ambiente do Rio de Janeiro informou que fará uma vistoria no local, mas possivelmente alguém pode ter soltado os animais na baía de Guanabara durante a noite, ou pelo menos os corpos deles.

     

    Fonte: Band.com.br

  • Não estou aqui para escrever sobre o ato de fumar pois esse é um assunto mais que debatido nos tempos atuais e, ao contrário da geração dos meus pais, onde quem fumava era visto como descolado, chamoso e sofisticado, fumar hoje em dia é visto como algo feio, antihigiênico e antisocial, já que ninguém gosta de ficar perto de um fumante, muitas vezes nem mesmo outro fumante. Porém, se abordei esse assunto aqui é porque alguma relação ele deve ter com o nosso amado aquarismo.

    Bitucas de cigarro descartadas em local com mortes de peixes.Eu vejo grandes avanços em relação aos hábitos como cidadão desde a geração dos meus pais até a minha, quando eu era criança, várias vezes vi meus pais jogando lixo pela janela do carro, desde uma bola de papel até sacos plásticos, latinhas de refrigerante etc, não que eu não tenha colegas que fazem isso hoje em dia, porém é muito menos frequente e eu não consigo me imaginar fazendo tal coisa, imagino (e vivencio) o chão do meu carro parecendo uma grande lixeira, mas aí o carro é meu e eu faço o que eu quiser dentro dele, porém a rua, a estrada ou o terrero baldio não são somente meus e eu não consigo enxergar nenhum direito concedido a mim para sujá-los. Acredito que você deva concordar comigo, pois se está aqui é porque é aquarista, só isso já basta para demonstrar que possui bom gosto e uma inteligência acima da média. (perco o amigo, mas não perco a piada).

    Entretanto, se você fuma (o que, na minha opinião, não combina com o fato de ser um ser evoluído, praticante do aquarismo), você provavelmente já jogou uma bituquinha de cigarro no chão, aquela parte do cigarro que você coloca na boca e não consegue fumar, talvez com aquela "petelecada" praticada com o dedo indicador e o polegar que lança a bituca a 2 ou 3 metros de distância. Você sabia que ela pode chegar até o seu aquário?

    Como assim? Aquilo é um singelo pedacinho de papel com uma lã dentro que aparentemente se dissolve facilmente na água (nem todas, a maioria ainda é feita de material sintético). Verdade, não deixa de ser, mas de singela a bituca de cigarro não tem nada! O seu papel é filtrar algumas substâncias tóxicas que são originadas na queima do cigarro e não deveriam ir para o seu corpo, então elas ficam alí, presas nas fibras do filtro do cigarro, assim como o perlon do filtro do seu aquário realiza a filtragem mecânica da sua água. Quando você descarta essa bituca no chão, a tendência é que uma hora a água da chuva a leve, muita gente até dá uma ajudinha e realiza o descarte direto na sarjeta, onde a água da chuva passa e leva direto para o bueiro, assim, não tem perigo dela permanecer acesa e causar um incêndio. Só que você já pensou para onde a água da chuva leva essa sua bituca, isso se ela não enroscar em algum lugar e contribuir para entopir bueiros ou canos, causando aquela enchente na sua cidade? Essa água vai para o rio mais próximo! Você sabe para onde a água do rio vai? Ela vai parar no oceano, que é onde a sua bituca vai parar se antes ela não for engolida por algum animal, bem provavelmente um peixe.

    Crustáceo encontrado com bitucas de cigarro em seu abdome.

    Aquele papelzinho que você descartou com aquela "petelecada estilosa" passou pelos canos da sua cidade, pelos rios do seu Estado e acabou no oceano, para onde ela levará todo o cádmio, zinco, níquel e arsênico retido nela. Todos esses elementos são tóxicos em determinadas concentrações, bem maiores que as encontradas em uma única bituca de cigarro, mas dentro dos valores que 5.000.000.000.000 (5 trilhões) de bitucas de cigarro que vão parar no oceano anualmente, podem representar. Ao contrário de outros elementos que são eliminados pelo nosso corpo através da urina e fezes, esses se acumulam e normalmente o nosso corpo encontra um lugar para eles onde causam menos problemas já que não podem ser jogados para fora, normalmente esse lugar é o tecido adiposo, aquela gordurinha que você, talvez, não queria ter. Quando um animal contaminado é predado por outro, ocorre o que chamamos de bioacumulação, ou seja, a quantidade desses elementos que havia no corpo da presa, soma-se à quantidade que já fazer parte do organismo do predador, o mesmo acontecerá com quem se alimentar dele, resultando em altas concentrações nas espécies que estão no topo da cadeia alimentar, inclusive o animal que está no topo da cadeia alimentar do planeta Terra, isso mesmo, nós seres humanos. Só que não pára por aí, aquele peixe do seu aquário, também se alimenta de peixes menores, que se alimentam de peixes menores ainda e esses se alimentam de pequenos invertebrados que muitas vezes já tinham uma carga desses elementos acumulada em seu organismo, dessa forma, muito provavelmente ele vai chegar no seu aquário já com uma expectativa de vida bem menor que aqueles 8 ou 10 anos que fala no seu livro de aquarismo preferido, por mais que você capriche em sua manutenção.

    Então, da próxima vez que for querer dar a famosa "petelecada estilosa" na bituca do seu fedorento cigarrinho ou então ver seu colega fazendo isso, explique para ele que há lugares próprios para descartar a singela bituquinha caso a idéia seja continuar com essa prática desagradável. Com certeza a sarjeta ou o meio da rua não são algun desses lugares.

  • Há algumas semanas estreiou o filme "Procurando Dory" nos cinemas. Antes disso, vários grupos já estavam fazendo campanhas para que o peixe não virasse objeto de aquisição de milhares de pessoas, lembrando a febre que o filme Procurando Nemo (2003) causou nas lojas de aquarismo, atrás do Amphiprion ocellarisuma das espécies conhecidas popularmente com Peixe Palhaço e retratada no papel principal do filme.

    Personagem do filme Procurando DoryAo contrário do "Nemo", que é reproduzido em cativeiro e em larga escala, a "Dory" ou Paracanthurus hepatus é capturada na natureza pois sua reprodução em cativeiro não é comum, isso significa que à cada "Dory" que entra em um aquário, é uma "Dory" que deixa de nadar no mar, se reproduzir e gerar outras "Dorys". Acredito que isso você já esteja cansado de saber, afinal todos os textos que encontrei por aí, usavam esse argumento inicialmente, talvez por apelar para o lado emocional e consequentemente atrair mais pessoas para o conteúdo.

    Na minha opinião, alguns até tiveram boa vontade, mas a estratégia foi falha. Você acredita que a grande maioria vai deixar de ter um Paracanthurus hepatus em casa simplesmente pensando na conservação da espécie na natureza? Desculpe, mas eu não acredito, já passei da fase de achar que as nuvens são feitas de algodão doce! Acredito sim, que a grande maioria terá um desejo ainda maior de ter uma "Dory" em casa, afinal o fato de ser mais rara que o "Nemo", a torna algo ainda mais valioso, aos olhos da maioria.

    Que tal se, ao invés de repetir que todo mundo vai querer o peixe em casa, se destacasse mais os pontos que desencorajariam muitos a desembolsar quase R$1.000,00 (mil reais) para comprar uma "Dory"? Isso mesmo! Esse deve ser o primeiro ponto a ser colocado! Apelando para o lado financeiro, boa parte dos entusiastas da questão já deixariam o seu desejo para um segundo plano. Ao contrário do "Nemo" que custa entre R$50,00 e R$80,00, um exemplar de "Dory" não sai por menos de R$500,00 e com o aumento da procura, além de toda essa divulgação (obrigado Disney!) pode duplicar esse valor, no mínimo!

    No filme, a Disney (obrigado novamente Disney!) mostra um peixe resistente, que pula de tanque em tanque, em tudo quanto é tipo de água, vai para o mar, volta para o aquário e está sempre firme e forte, porém com o peixe real não é bem assim. O Paracanthurus hepatus não é uma espécie que aceita qualquer tipo de água, requer um aquário grande e um bom investimento em equipamentos (a maioria cotado em dólar) para manter a qualidade da água e o peixe azul e brilhante como no filme. Dificilmente se monta um aquário adequado para uma "Dory", por menos de R$10.000,00 (dez mil reais)! Vale ressaltar ainda que, além de um custo alto, um aquário para um peixe desses, que atinge em torno de 30cm, precisa ter, no mínimo, 400 litros e um bom espaço para acomodá-lo, lembrando que não existe peixe que cresce de acordo com o tamanho do aquário e sim peixe que morre ou adoece antes de atingir o tamanho máximo da fase adulta, por falta de espaço! Poucas pessoas estarão dispostas a comprar um peixe que vai exigir um investimento de mais de R$10.000,00 para mantê-lo vivo somente por alguns dias, provavelmente por falta de experiência no assunto e simplesmente por ter agido por impulso.

    Me lembro do filme Gigolô por Acidente (1999) onde um Peixe Leão se tornou um dos destaques do filme, ao ser morto acidentalmente pelo profissional (interpretado por Rob Schneider) que fazia a manutenção de um gigantesco aquário particular na ausência do proprietário e acabava tendo que trabalhar em "outras atividades" para repor o valiosíssimo peixe de milhares de dólares (segundo o filme). Com certeza houve uma maior procura pelo peixe nas lojas, porém eu me recordo de várias pessoas que quando eu comentava ser aquarista, citavam esse peixe e diziam "Sabe aquele peixe do filme? Será que alguém tem um peixe tão caro em casa? Somente um milionário né?", ou seja, mesmo sem querer, o filme conseguiu mostrar o peixe como objeto de desejo mas inviável economicamente para a grande maioria, minimizando os impactos que poderia causar à existência da espécie na natureza. Infelizmente não vi esse tipo de preocupação no filme Procurando Dory (2016).

    Li sobre lojas que após o lançamento do filme, encomendaram mais de 200 exemplares e todos foram vendidos em 3 dias. Sinceramente, não acredito que tenha havido uma procura dessas em uma única loja em um período tão curto, sendo que a mesma loja disse que normalmente tem 2 ou 3 exemplares e esses número leva dias para esgotar. Porém, com certeza a procura vai aumentar, nem que seja por gente curiosa que jamais teria o peixe mas ficou interessada no assunto e isso pode resultar em euforia dos proprietários de lojas, consequentemente em toda uma cadeia que movimenta o mercado de aquarismo, desde distribuidores até empresas que coletam os animais na natureza. Então, espero que não somente o comprador final pense bem antes de adqurir um P. hepatus sem ter um bom conhecimento em aquarismo marinho, mas também o comerciante, que por uma empolgação de momento, pode acabar ficando com um estoque parado e contribuindo para algo que ninguém que realmente ama o aquarismo estaria disposto a fazer parte, que é ameaçar a existência de uma espécie na natureza por pura ganância.

    Para finalizar, gostaria de deixar claro que não acho que a espécie deva ser proibida para fins ornamentais ou que as lojas não devam tê-la para venda à seus cliente, só acho que essa comercialzação deve ser feita de forma responsável, para o bem da espécie e da própria loja.